Ponto de vista: SUS sem racismo?

Isabel CF da Cruz

Resumo


O Sistema Único de Saúde (SUS) sofre da ambivalência resultante do conflito entre os dados epidemiológicos com injustas desigualdades raciais e a necessidade de implementar a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) para desconstrução do racismo institucional. Justifica o imobilismo com a crença de que o “problema do(a) negro(a)” é econômico, mesmo sendo de 344,83 a taxa de mortalidade materna das mulheres pretas com 12 ou mais anos de escolaridade, no Estado do Rio, enquanto a de mulheres brancas é de 38,46. O racismo institucional só vê o que interessa: poder e privilégio.  

Publicado originalmente no jornal "O Fluminense" (s.d)


Palavras-chave


Sistema Único de Saúde; racismo institucional; PNSIPN; população negra

Texto completo:

HTML

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


BNN - ISSN 1676-4893 

Boletim do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Atividades de Enfermagem (NEPAE)e do Núcleo de Estudos sobre Saúde e Etnia Negra (NESEN).